Opinião

Cenário praiano – Sonia Pinheiro

CENÁRIO PRAIANO

Lúcio Brasileiro e Chiquinho Aragão clicados na Lagoa do Banana, onde traçaram uma dobradinha com favas, regada a Ypióca 5 Chaves.

MARRIAGE

Michelinne e Edilson Pinheiro emoldurando os noivos Nayara Sampaio e Vitor Baquit.

NIVER

Zezinho Albuquerque, titular da pasta de Cidades do poder Camilo Santana: super cumprimentado, no holiday, pela mudança de idade

TEMPOS DO COVID-19: A PREVENÇÃO IMPERATIVA

Eu traduziria o momento atual – revestido por tantas inquietações, receios e tristezas – como uma guerra absolutamente diferente das convencionais. Naquelas, você sabe os inimigos a enfrentar de cara e se prepara para dar a sua vida pela pátria, movido por ideais, religião, poder dos sinopseadores ou simplesmente, porque foi recrutado a aderir às batalhas, por vezes, sem sabê-lo ao certo e, em geral, na entrega de sua juventude, vida por viver, enquanto os poderosos interessados em orientar as batalhas ficam distanciados do teatro de operações, protegidos em seus QGs ou palácios.

Já no enfrentamento de um inimigo sem cara – vírus gerador de uma pandemia – a luta do adversário é infinitamente desigual. E, então, tudo se torna completamente atordoante e aí se faz a perplexidade. Em idos tempos do século passado, o grande escritor americano F.Scott Fitzgerald (picture de domínio público) fazia parte da geração que pregava que, diante da perspectiva de tragédias iminentes, provocadas, por exemplo, por guerras mundiais, que se saboreasse a vida de uma forma tão intensa e flamejante como se o futuro não fosse existir ante à perspectiva de que amanhã poderiam estar mortos já que o dia seguinte era uma incógnita.

Hoje, absolutamente, não! Há que se acautelar ante um vírus letal para muitos e sem cara visível a olho nu, ditando que todos se munam de uma extensa lista de cuidados no processo da prevenção para si e os outros. E, assim, pessoas de saúde frágil e de idade mais avançada, eventuais colecionadores de males ligados ou acentuados pelo decorrer do tempo, tipo diabetes, pressão alta e outras doenças que exigem acompanhamento médico constante são as mais sujeitas à morte pelo novo coronavírus e, então, devem se encastelar em suas casas, distantes de prazeres que tornavam sua existência dantes normal (ou quase) mais interessante. O que não significa dizer que crianças e pessoas mais jovens não possam engrossar a vasta lista de vítimas fatais por todo (ou quase) todo o mundo.

Outro drama? Ser caseiro por opção é uma alternativa de vida por períodos longos ou provisórios, condição que, quando exigida pela força das circunstâncias, chega até a evocar uma espécie de cativeiro, a começar da percepção de que há um chamamento necessário – ou melhor, impositivo – à essa prisão.

START

A Organização Educacional Farias Brito abriu o Espaço FB Ideias Iguatemi. A proposta abrange os itens inovação, empreendedorismo e as melhores ideias concentradas num só cenário. O lugar dispõe de área para acolher eventos corporativos sem custo – conta com recinto para gravação de podcasts e tem sala de reunião no piso 2 (Iratuan Freitas/ Tapis Rouge clicou).

OPINIÃO

Do titular do Palácio da Abolição, Camilo Santana (no flash com a bonita Onélia), à revista Poder, de Joyce Pascowitch, que chegou aos 12 anos: – É um exemplo de compromisso com a inovação e a qualidade. Uma publicação que se renova com o tempo e oferece o que há de melhor no mundo dos negócios e do entretenimento.

RELIGIOSIDADE

A bela Lucinha Feitosa puxando, nas redes sociais, a corrente das orações das Mil Ave Maria para a cura do coronavírus.

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